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Autores
Pascoal Cestini

Pascoal Cestini

Pascoal Cestini é formado em Administração de Empresas com larga experiência e expertise em Recursos Humanos, Marketing e Planejamento Estratégico.
Possui cursos de Extensão Universitária em Finanças e Marketing Estratégico em instituições como USP- Universidade de São Paulo, Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, Universidade de Harvard em Cambridge, Massachusetts-EUA, entre outras.
Por mais de 30 anos, exerceu funções de liderança em empresas de grande porte no Brasil, América Latina e Estados Unidos.
Além desta formação e experiência, é escritor e compositor de MPB. Escreveu, além da presente obra, “Se você quer alguma coisa, vá à luta, “A semente que virou árvore” e dezenas de contos e crônicas, sendo algumas publicadas.
Atualmente, cursa licenciatura em Filosofia, já que seu espírito investigativo o impulsiona o tempo todo à aquisição de novos conhecimentos.

VAMOS TOMAR UM CHÁ?

VAMOS TOMAR UM CHÁ?

Sabino é um executivo talentoso, mas exausto. Entre prazos, metas e responsabilidades, acabou se perdendo de si. Sem perceber, também se afastou da família, dos amigos e da própria alegria de viver. Absorvido pelo trabalho e pelas pressões que o cercam, já não escuta, não delega, não confia. Vive no automático, tentando controlar tudo, enquanto a vida escapa por entre os dedos.
Durante uma viagem a Brotas, em meio a uma trilha, Sabino se afasta do grupo e acaba perdido — mas esse desencontro o leva a algo muito maior: um tempo de pausa. Um encontro inesperado o convida a olhar para dentro, questionar suas certezas e repensar o modo como vem conduzindo a própria história.
Ao se permitir encarar seus limites, Sabino descobre que as mudanças que tanto deseja não dependem do mundo ao redor, mas de uma atitude interna — de humildade, responsabilidade e coragem para se transformar.
Ao reencontrar a si mesmo, ele aprende a se reconectar com os outros e a construir, junto deles, uma vida mais leve, colaborativa e significativa.
“Vamos tomar um chá?” é uma história sobre recomeços — um lembrete de que, mesmo quando tudo parece perdido, sempre há um caminho possível.
Esse caminho começa dentro de nós.

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